julho 26, 2010

NES - Nuts & Milk


Nuts & Milk é um dos primeiros jogos da produtora Hudson Soft, famosa por seu maior sucesso "Bomberman". Infelizmente Nuts & Milk não é um jogo tão conhecido quanto Bomberman, mas é tão divertido quanto!
Milk é uma criaturinha azul muito parecida com um dente e esta apaixonado por uma criaturinha idêntica a ele, porém com um lacinho. Tudo corre bem até que Nuts, uma outra criaturinha idêntica a Milk, porém cor de rosa, decide entrar em cena, causando a separação de Milk e sua amada. Milk tem então a tarefa de chegar em casa sem ser pego pelo seu rival e ao mesmo tempo coletar todas as frutas no cenário para então ganhar acesso a sua casa e ficar com sua esposa.
O jogo é de plataforma com fases pequenas e compactas, a maioria podem ser vistas por completo na tela da TV, e geralmente fazem o jogador pensar em um modo de conseguir coletar todas as frutas para acionar o final da fase sem tocar em Nuts.
O que é mais interessante no jogo é a presença de um criador de fases, e acho que ele é um dos pioneiros desse sistema, pois além de trazer uma grande quantidade de gráficos para serem usados, é bem preciso.
Os gráficos são bonitos e coloridinhos assim como o próprio jogo. A trilha sonora é pouco trabalhada e repetitiva, o jogo tem a mesma musica do começo ao fim, exceto pelos bônus, mas é uma musica bem bonitinha e viciante. Os efeitos sonoros também são muito legais.
O jogo possui muitas fases, e de tantas em tantas fases o jogador se depara com um bônus (extremamente fofo) que lhe da pontos extras e cria um grande coração na tela (oun).
O jogo me garantiu diversão por muito tempo e considero-o um dos mais marcantes da minha infância.

Nuts & Milk
Produtora: Hudson Soft
Ano: 1984
Nota do IGN : -
Nota do pixeladdicted: 8.0

julho 25, 2010

NES - Kid Icarus


Kid Icarus é um jogo de plataforma clássico da nostalgia 8-bit, idolatrado por geeks ao redor do planeta, amado por jogadores das antigas ou amantes de clássicos (eu). Mas será assim tão bom?
Pra começar eu digo sim, Kid Icarus é sim um bom jogo. Não pelo fato de que o jogo é divertido e sim pelo enredo cativante e principalmente pelo personagem principal, Pit. O jogo não é assim tão divertido, realmente.
O porque? Excesso de dificuldade! Isso mesmo, o mesmo motivo que afasta novos jogadores dos consoles antigos e que afasta antigos jogadores dos novos consoles, a dificuldade excessiva dos antigos consoles fazem com que Kid Icarus se torne um jogo massivo e não empolgante. Os controles do jogo são até que bem responsáveis, mas os cenários e fases são tão ridiculamente projetados que fazem o jogador desistir logo na primeira fase, e se esse não o fizer, certamente o desistirá no primeiro labirinto, que é praticamente impossível sem um guia ou pelo menos algumas dicas.
O jogo é extremamente complexo e difícil de ser "sacado" logo de cara, os itens são vendidos em um shop sem ao menos sabermos para que servem (e compramos para descobrir que não servem para nada), corações são acumulados no começo do jogo para um motivo só explicado mais tarde, a morte começa a te seguir se um item for acidentalmente pego (e você não sabia disso), você entra em salas cheias de inimigos para sair de mãos vazias, entre outros fatos que tornam o jogo frustrante.
A história do jogo é bem simples, você deve chegar ao topo de uma torre para salvar a deusa Palutena das mãos de Medusa, e para isso terá de enfrentar muitos inimigos e chefes, e labirintos confusos também.
Os gráficos de Kid Icarus são excelentes, muito coloridos e diferentes, o cenário possui objetos simples e muito criativos, que nos fazem imaginar um mundo de sonhos dentro de uma torre, vale a pena jogar o jogo inteiro apenas para se apreciar os gráficos.
A trilha sonora é outro atrativo no jogo, com a clássica musica-tema do jogo é uma das minhas favoritas de todos os tempos, e não é unica, toda a trilha sonora do jogo é perfeitamente produzida para ele, e espero que levem isso para a linda versão de 3DS que está por vir.
Kid Icarus é um dos jogos mais alternativos da nintendo, e não leva nenhum dos clichês já conhecidos em jogos de plataforma, muito pelo contrário. Embora a história seja relacionada à mitologia grega, poucos elementos dessa mitologia são encontrados nele, muitos dos inimigos e personagens são invenções da Nintendo.
O jogo pode até ser apreciado para amantes de dificuldade, pois vale tem um final compensador (mesmo sendo idiota, no final faz sentido), para mim ele é mais apreciado em espírito que em prática.
Eu sou fã do jogo pelo fato de ele ser tão retrô e tão bonito, então acabo por dizer que ele é um bom jogo apesar de tudo, eu apreciei jogá-lo até o fim e achei o final divertido, mas não é algo que faria de novo, isso fica a critério do jogador.

Kid Icarus
Produtora: Nintendo
Ano: 1987
Nota do IGN: 7.0
Nota do pixeladdicted: 7.0

PSP - Monsters (Probably) Stole My Princess


Playstation Network é algo que realmente me atrai, de verdade, lá é possível encontrar qualquer tipo de jogos, o jogo que você quer jogar naquele momento e só naquele momento. E que também quer ver o final do jogo rapidamente. Infelizmente não foi bem essa a minha reação ao jogar Monsters (Probably) Stole My Princess.
Na verdade, a minha reação foi de que PODIAM ter feito um jogo maior! O jogo é maravilhoso! Prendeu minha atenção do começo ao fim (que infelizmente, chega muito rápido), e me conquistou em poucos minutos, me entreguei logo de cara. Passei alguns dias jogando o jogo sem parar, mesmo não encontrando mais nada novo pra fazer nele, fiquei reprisando as fases e desafios sem parar.
Trata-se de um jogo de plataforma/puzzle, onde você controla Duke, um vampiro muito engraçado, que raptou uma princesa do planeta Terra para que ela morasse com ele em seu próprio planeta. Duke não está sozinho em seu planeta, este também é habitado por criaturas monstruosas em diversos cenários. Um dia Duke acorda e nota que sua princesa não está em seu quarto, como seu planeta só é habitado por eles e monstros, os monstros (provavelmente) roubaram sua princesa!
Duke então vai a procura de sua princesa, passando por todos os lugares de seu planeta e derrotando todos os monstros com a idéia de que eles (provavelmente) roubaram sua princesa. Estes monstros não parecem assim tão ruins, e ao invés de atacarem Duke, eles fogem dele!
O objetivo principal do jogo é escalar os cenários sem deixar os monstros escaparem, acertando-os 3 vezes um especial é acionado, causando a derrota dos mesmos e o término da fase. No entanto, matá-los não é o único objetivo na fase, você também deve pisar em todas as plataformas, acumulando um "combo", e de quão maior for esse combo, mais legal será o golpe final.
Além da história principal de Duke, o jogo te trás desafios e troféus. Os desafios são todos baseados em acumulo de combos em uma fase, e os troféus podem ser adquiridos completando missões como "executar um combo máximo em x fase", ou "resgatar a princesa x vezes". Não parece tão divertido, mas é o suficiente para prender sua atenção no jogo por muitas horas.
Monsters (Probably) Stole My Princess é uma das melhores opções para quem quer conhecer a Playstation Network e não quer se arrepender, um jogo independente, mas digno de uma versão maior.

Monsters (Probably) Stole My Princess
Produtora: Mediatonic
Ano: 2010
Nota do IGN: 8.8
Nota do pixeladdicted: 9.0


NES - Castlevania 3: Dracula's Curse


Por fim, o ultimo Castlevania de NES, gosto de agrupar esses três jogos em uma "trilogia dos clássicos", pois são os três jogos essenciais para um fã da série.
Castlevania 3: Dracula's Curse fecha essa trilogia de modo fantastico, é de longe o melhor Castlevania do console e abusa muito de sua tecnologia, tanto graficamente quanto sonoramente, e isso é bem visível nos cenários, que são muito bem desenhados.
O jogo se passa muitos anos antes dos dois primeiros, e o protagonista é Trevor Belmont. Basicamente, o resto da história é similar ao primeiro jogo da série, exceto pelo fato de que agora você contará com a ajuda de três outros personagens: Sypha Belnades, uma caçadora de vampiros, Alucard, filho de Drácula e Grant, um pirata.
Os três personagens alternativos possuem outra jogabilidade, diferente da de Trevor, assim como habilidades e armas distintas. Além disso, o final do jogo muda de acordo com o personagem escolhido para te seguir.
Outra coisa muito interessante nesse jogo é a possibilidade de escolher caminhos diferentes até o fim, embora seja um jogo linear, você pode definir seu caminho até Drácula, diferente do primeiro jogo.
Os gráficos são espetaculares, principalmente os cenários, que são muito variados já que o jogo se passa dentro e fora do castelo de Drácula (inclusive dentro de um navio pirata, o que acho fantástico). Os monstros são muito parecidos com os de Castlevania 2.
A trilha sonora do jogo é muito boa, não tão boa quanto a de Castlevania 2, mas é boa o bastante para dar um clima especial à atmosfera negra do jogo.
E falando nisso, a atmosfera do jogo é realmente de arrepiar! Mesmo com poucos chefes, eles são medonhos e desafiadores, os cenários são bem mais realistas, levando os jogadores em uma aventura mais profunda pelo castelo de Drácula.
No final podemos ver três finais, um deles o final fofinho de Trevor e Sypha, o qual pode ser visto também em Symphony of the Night. Amo esse final, particularmente, acho que deveriam fazer um remake desse jogo só pra eu poder vê-lo com gráficos melhores (meus olhos iam brilhar, certamente).
Não tão desafiante, porém muito empolgante, Castlevania 3: Dracula's Curse consegue o posto de 3º melhor jogo da série na minha opinião, e melhor jogo da "trilogia dos clássicos", Castlevania 3 vale cada segundo, do começo ao fim, jogue e não se arrependa.

Castlevania 3: Dracula's Curse
Produtora: Konami
Ano: 1990
Nota do IGN: 9.0
Nota do pixeladdicted: 9.5

julho 19, 2010

NES - Castlevania 2: Simon's Quest


Dando continuação ao meu ultimo post sobre o primeiro Castlevania, vou falar um pouco do segundo jogo, que não é considerado por muitos tão bom quanto o primeiro, mas deve ser respeitado, pois trouxe à série algo muito importante: os elementos de rpg.
Logo de início nos deparamos com uma novidade: a presença de um enredo. Sim, Castlevania 2 possui um enredo e ele é muito cativante. O protagonista do jogo é Simon Belmont, um caçador de vampiros que já destruiu Drácula uma vez, mas agora carrega uma maldição por tê-lo feito. Para que essa maldição seja quebrada, ele deve destruir todas as partes de Drácula antes que este retorne (horcruxes?).
O jogo não se passa apenas dentro de um castelo, diferente de seu antecessor, e sim em diversas localizações, como florestas, cavernas, templos, etc. E também não é linear, ou seja, você deverá voltar a áreas já visitadas para buscar itens, descobrir novas passagens ou comprar armas, por exemplo (assim como em Symphony of the Night).
O único problema é que tudo isso torna o jogo difícil para o console, por não possuir uma opção de armazenamento de dados muito viável e pela falta de detonados na época, o jogo acaba se tornando um pesadelo pela falta de informações e você acaba ficando preso em áreas com frequência (isso me lembra o quanto me matei pra jogar esse jogo em uma fita de 100 jogos, gastava horas jogando pra depois ficar nervoso e desligar, perdendo tudo).
O jogo não é tão difícil tecnicamente, pois tem controles mais responsáveis do que o primeiro, embora os pulos de Simon sejam mais difíceis de serem controlados. Os monstros não são muito fortes e de acordo com o avanço do jogo, Simon também ganha power ups, o que ajuda muito no progresso da aventura.
Simon possui o clássico chicote, o bom e velho antecessor e outros com versões melhoradas. Também podem ser usadas sub-armas como o primeiro, mas neste você pode comprá-las. Os chefes estão localizados no final de mansões, e elas não são tão difíceis de serem exploradas, a unica dificuldade do jogo, como eu disse, é a falta de informações dentro do mesmo.
A trilha sonora de Simon's Quest é um show à parte, pois ela contém a versão original da clássica "Bloody Tears", musica venerada por gamers. Essa mesma trilha sonora traz outras musicas ótimas, que deixam a atmosfera do jogo mais sombria do que já é.
Os gráficos são um pouco melhores do que o primeiro jogo da série, e os inimigos também receberam um belo update gráfico, tornando-os mais vivos do que antes (se bem que estão mortos).
Hoje com a internet podemos apreciar esse belíssimo jogo mais facilmente, sem ter de quebrar a muito a cabeça (embora eu aconselhe tentar joga-lo sem detonado só para sentir o gostinho, rs). Castlevania 2: Simon's Quest é com certeza um dos melhores jogos da série e implora para ser compreendido.

Castlevania 2: Simon's Quest (NES)
Produtora: Konami
Ano: 1988
Nota do IGN: 7.0
Nota do pixeladdicted: 7.0

PS2/Wii - Okami

Enquanto Okamiden para o Nintendo DS não chega, vamos falar de seu antecessor o qual merece toda a atenção e respeito de todos os gamers, Okami.

Lançado originalmente para PlayStation 2 e depois para Wii, Okami conta a história da deusa do sol Amaterasu que reencarna em um lobo para novamente trazer a luz a um mundo envolto em trevas.

O game traz uma trilha sonora impactante, com instrumentação tradicional japonesa com taikô, shamisen e outros instrumentos. Os gráficos são igualmente belíssimos, você está praticamente jogando em uma obra de arte em movimento, a Capcom desta vez acertou em usar a tecnologia cel-shading misturando com traços simples como se a tela de pintura estivesse sendo levemente pincelada. A jogabilidade varia entre as duas versões, eu particularmente acho que a versão de PS2 é a mais amigável, pois basta apenas pressionar e segurar o R1 e usar o direcional para dar suas pinceladas, os controles do Wii não são muito competentes quando se utiliza o pincel, para dar uma pincelada com precisão é preciso muita prática. Apesar da jogabilidade desastrada do Wii, esta versão de Okami tem os gráficos otimizados para televisores HD enquanto a versão do PS2 não tem essa opção.

O pincel é a parte mais divertida deste game, corte árvores, faça árvores darem flores, construa uma bomba, controle o dia e a noite e muito mais. É possível usar o pincel até nas batalhas que também são muito dinâmicas. E o que é um grande jogo sem dungeons, puzzles e sidequests? Okami é um jogo enorme repleto destes elementos, imperdível.

Concluindo, pesando todos estes quesitos na balança eu prefiro a versão do PS2, não quero um elefante branco sem poder controlá-lo direito. Se é que me entendem.

Okami - PS2/Wii
2006 Clover Studio
Publicado por: Capcom
Nota do IGN: 9.1
Nota do pixel addicted: 9.7

julho 18, 2010

NES - Castlevania


Foi difícil decidir como começar aqui, mas como sou louco pela série, decidi começar por Castlevania (desse modo eu posso comentar a trilha sonora, que é incrível). A começar pelo primeiro jogo da série.
Castlevania foi lançado em 1986 para o NES, mas só no ano seguinte conquistou o continente americano, e veio pra ficar.
O primeiro jogo da série é bem simples, no entanto, muito interessante, trouxe pela primeira vez a história que todos conhecem acompanha com um terror suave, não tão forçado quanto o próximo jogo da série.
Os primeiros jogos de NES não tinham muito enredo, e esse segue a tradição, mesmo com um foco principal, o jogo não é muito explicativo. Talvez se fosse não teria a mesma graça.
Você possui uma unica arma principal como na maioria dos jogos da série: o chicote, e diversas sub-armas que são encontradas pelo castelo (como na maioria dos jogos da série [2]). Na minha opinião esse é o melhor sistema de combate em castlevanias, a adição de diversas armas torna os jogos sem tradicionalismo, quem é fã dos três primeiros jogos da série entende o que eu quero dizer.
A trilha sonora de castlevania é um must pra todos que curtem 8bit soundtracks (assim como eu), e é uma das melhores do console. Tratam-se de musicas obscuras, com tom melancólico, retratando bem os cenários do jogo. Não da pra negar que as musicas pedem para serem tocadas em versão rock, mas o som eletrônico também não é nada mal.
Os gráficos são excelentes para o console, e conseguem arrepiar o jogador mesmo sem muita tecnologia.
Admito que a jogabilidade não é das melhores e isso acaba dificultando o jogo, mas por outro lado, é impossível parar de jogar, mesmo quando se está encalhado em alguma fase.
No proximo post vou falar mais do segundo jogo da série, o Simon's Quest, que não é um bom jogo, mas tem um grande coração.

Castlevania (NES)
Produtora: Konami
Ano: 1986
Nota do IGN: 7.5
Nota do pixeladdicted: 8.0

julho 17, 2010

Stargazer says: Persona!

Olá, meus amigos do Pixel Addicted! Sou o Stargazer e fui convidado pelo meu amigo Matador pra conduzir essa bagaça aqui, eu também sou louco por games desde pequeno, tive o primeiro contato com um videogame aos três anos de idade quando quebrei um joystick jogando Decathlon do Atari, bem acho que a rapaziada da minha idade já deve ter passado por isso. Bem, passei pelo BOOM dos arcades, várias gerações de videogames e agora anseio por um Playstation 3 e um PSP. *invejinha do Matador por ele ter um PSP.*Eu já tive um CCE (genérico do Atari), um Dynavision 3 (genérico do Nintendinho), um SNES, um Game Boy daquele bem velhinho, tijolão, um Master System, um Sega Saturn, o qual foi meu pior videogame, eu não tinha dinheiro pra comprar um Memory Card e também os jogos eram ruins, depois de um regime de anos sem videogame comprei um PlayStation 2, um Nintendo DS e, finalmente um Wii, ufa. Bem, essa é a minha história dentro do mundo dos games.

Meus jogos favoritos: Shin Megami Tensei: Persona 4(PS2), Shadow Hearts: From the New World(PS2), Shadow Hearts: Covenant(PS2), Final Fantasy IV e VI (SNES), Pokémon SoulSilver(DS), todos os WarioWare(GBA,DS,Wii), Super Mario Bros 3(NES), Super Mario Galaxy 1 e 2 (Wii), New Super Mario Bros Wii (Wii) Legend of Zelda: A Link to the Past (SNES), Legend of Zelda: Twilight Princess (Wii), Super Metroid (SNES), Metroid Zero Mission (GBA), Metroid Fusion(GBA) e a série de RPGs Xenosaga (PS2)

Bem, chega né? Que comecem os jogos pra eu tacar pedra ou venerar até o dia do juízo final.
Stargazer desligando!

Pixel Addicted!

Finalmente criei um blog sobre o tema que mais gosto, o mundo dos videogames!
Desde criança sou viciado em jogos eletrônicos, e adoraria dividir minha experiência com mais pessoas, principalmente todos os que pensam que, como eu, videogames não são apenas produtos, mas também têm personalidade!
Neste blog vou falar sobre os jogos de um modo um pouco mais profundo do que em geral se vê por aí. Aqui vamos analisar desde a direção de arte até a trilha sonora e o quanto ela está em sintonia com o jogo, o que pra mim é muito importante.
Pra começar, vou me apresentar né?
Meu nome é Higor, já tenho alguma experiência com o blogger (este é meu terceiro) e, diferente do que parece, os outros blogs ESTÃO ativos! Mas prometo não manter longas pausas neste blog, já que aqui tem muito o que falar!
Meus consoles:
NES, Mega Driver, SNES, Game Boy Color, Nintendo 64, Dreamcast, Playstation, Game Boy Advance, Playstation 2, Nintendo Wii, PSP
Meus 5 jogos favoritos:
Shin Megami Tensei: Persona 3, Little King's Story, Super Mario Galaxy, Castlevania: Symphony of the Night, Legend of Zelda: The Twilight Princess